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"Campomaiornews" vai gozar período de férias



O Campomaiornews vai gozar um período de férias, a partir de hoje, até 15 de Setembro.
Uma vez que utilizamos exclusivamente os meios electrónicos, através da internet, naturalmente que iremos continuar a acompanhar a actualidade de Campo Maior. Não iremos é fazer a cobertura diária e assídua dessa mesma actualidade, salvo se a importância do acontecimento assim o justificar.
Esperamos voltar com a mesma energia de sempre para continuar a levar a informação sobre Campo Maior aos nossos fiéis seguidores que se encontram espalhados pelo mundo.

Há sete anos a informar Campo Maior, hoje o Campomaiornews celebra o sétimo aniversário


EDITORIAL

Instale a nossa APP em 
https://app.vc/campomaiornews

O Campomaiornews celebra hoje, dia 11 de Agosto, mais um aniversário, o sétimo. Foi precisamente neste dia que o blog joaquimfolgadonoticias.blogspot.com se transformou no projecto Campomaiornews, com o objectivo de divulgar as notícias de Campo Maior.
A partir de então, exclusivamente online, passou novamente, a existir “informação” em Campo Maior e, aos poucos os campomaiorenses foram conhecendo, aderindo e acreditando no Campomaiornews. 
Hoje somos uma realidade incontornável, e a prová-lo estão os mais de quatro milhões de visitas que recebemos nas várias plataformas digitais onde estamos presentes.
Continuamos com a mesma equipa: um jornalista e um fotógrafo amador, que em muito - mas mesmo muito -, tem contribuído para o sucesso do Campomaiornews, o Joaquim Candeias.
O sucesso tem resultado, acima de tudo, da confiança que os campomaiorenses têm continuado a depositar em nós, e no nosso projecto. É com o desinteressado propósito de informar os campomaiorenses, estejam onde estiverem, de divulgar e promover Campo Maior, que trabalhamos. É exclusivamente na promoção de Campo Maior e das suas gentes que apostamos.
O chamado jornalismo de proximidade continua a existir, e recomenda-se. E o conceito de proximidade, hoje, é muito mais lato, não se cingindo apenas à distância, fruto da evolução da tecnologia. O jornalismo, apesar da evolução dos meios, continua a reger-se pelos mesmos princípios, e tem sido através desses princípios que o Campomaiornews se tem pautado, e vai continuar a pautar.
Com o sétimo aniversário do Campomaiornews, quem está de parabéns é Campo Maior e os Campomaiorenses.
Podem continuar a contar connosco.

5G: Arranca hoje a segunda fase da migração das frequências da TDT - Televisão Digital Terrestre


A segunda fase da alteração da rede de emissores da televisão digital terrestre (TDT) arranca hoje, em Vila Nova de São Bento, no concelho de Serpa, um passo essencial para a implementação da quinta geração móvel (5G).
De acordo com um comunicado da Autoridade Nacional de Comunicações (Anacom), de dia 20 de janeiro, a segunda fase de alteração da rede de emissores da TDT termina em 10 de março.
Trata-se da migração da faixa de frequência 700 MHz, essencial para o desenvolvimento da tecnologia de nova geração 5G, cuja proposta de regulamento para o leilão de atribuição das licenças de espetro está em consulta pública.
"Neste período serão alterados 24 emissores, o primeiro dos quais é o de Vila Nova de São Bento, no concelho de Serpa", referiu o regulador.
De acordo com o calendário das datas de ressintonia dos emissores da TDT, em 25 de fevereiro é a vez de Moura e no dia seguinte de Ferreira do Alentejo.
Em 27 de fevereiro, decorre a alteração da rede de emissores de Melides e Barrancos, seguindo-se Reguengos de Monsaraz, Grândola e Borba.
Em 02 de março cabe a vez a Beja, Redondo e Alcácer do Sal, no seguinte a ressintonia decorrerá em Évora - Entrevinhas, Serpa e Montemor-o-Novo.
Évora Centro, Alta e São Bento, Évora e Mora verão a alteração da rede de emissores da TDT decorrer em 04 de março, Vila Viçosa, Santiago do Cacém, no dia seguinte, e Volta da Pedra, Palmela e Sesimbra em 06 de março.
Em 09 de março, é a vez de Cruz de Pau e Caparica, terminando em Almada no dia seguinte.
"Quando o ecrã da televisão ficar negro apenas será necessário fazer a sintonia da televisão ou do descodificador de TDT e continuarão a ver televisão gratuitamente", referiu a Anacom, salientando que, para ajudar neste processo, o regulador criou uma linha telefónica, de apoio gratuita (800 102 002), que funciona todos os dias entre as 09:00 e as 22:00, para esclarecer dúvidas.
"Caso não consigam fazer a sintonia dos equipamentos por si ou com a ajuda prestada através do número gratuito", a Anacom "agendará uma vista a casa da pessoa para proceder à sintonia, com técnicos seus e de forma gratuita", recordou.
"Atenção, a Anacom só irá a casa de quem ligar para o 800 102 002 e se na sequência desse contacto for feito o agendamento da visita", alertou o regulador.

Televisão Digital Terrestre - TDT: saiba o que fazer se ficar sem imagem na televisão


A alteração da rede de emissores nacional da televisão digital terrestre (TDT) arrancou hoje ontem em Sines, representando um passo essencial na implementação do 5G (quinta geração móvel).
Segundo um comunicado da Autoridade Nacional de Comunicações (Anacom), o emissor de Sines mudou ontem de frequência por volta das 16:30, passando do canal 56 para o 43.
“A partir dessa hora, quem ficar com o televisor sem imagem terá que o sintonizar para voltar a ver televisão normalmente, como sempre aconteceu até aqui”, informa o regulador.
“No total, nesta primeira fase, que termina dia 27 de Fevereiro, serão alterados 20 emissores, que incluem todos os do Algarve, alguns do Alentejo e o emissor de Sines do distrito de Setúbal. O processo prosseguirá depois para norte, estando prevista a sua conclusão no final de Junho”, recorda a Anacom.
As pessoas abrangidas pela mudança ficarão sem imagem, sendo que a Anacom indica que “quando o écran da televisão ficar negro apenas será necessário fazer a sintonia da televisão ou do descodificador de TDT e todos continuarão a ver televisão gratuitamente, como tem acontecido até agora”, garantindo ainda que “é um processo simples”.
No dia 27 de Novembro do ano passado teve lugar um teste piloto, no emissor Odivelas Centro, em Lisboa.
A Anacom teve ainda “a preocupação de assegurar que não será necessário substituir ou reorientar a antena, trocar a TV ou o descodificador, e ninguém terá de subscrever serviços de televisão paga. No caso dos condomínios/edifícios que tenham instalações com amplificadores mono-canal poderão ter de os substituir”, alerta o regulador.
A entidade tem uma linha telefónica de apoio gratuita, criada para o efeito, (800 102 002), que funciona todos os dias entre as 09:00 e as 22:00, para a qual as pessoas poderão ligar para esclarecer dúvidas e obter apoio na sintonia da sua televisão.
Caso seja necessário, a Anacom agendará uma visita a casa da pessoa para proceder à sintonia, com técnicos seus e gratuitamente, se o apoio telefónico não conseguir resolver a situação.
A Anacom tem previsto que o início do leilão para a atribuição de licenças 5G decorrerá em Abril próximo e que a conclusão dos procedimentos de atribuição será entre Junho e Agosto.

ALYN (ALU) // EA
Lusa

Em defesa da Imprensa Local e regional


Recentemente o jornal New York Times publicou um artigo que descrevia como é que a cidade de Nova Iorque depois de ter assistido a mais uma vaga de encerramentos de jornais locais e, até, de programas de rádio e canais de rede com algumas décadas tinha decidido empreender uma iniciativa legislativa para, pelo menos, procurar conter essa sangria. Com efeito, dois legisladores estatais (os EUA são um país muito descentralizado) estão a trabalhar numa proposta que vai exigir que todas as operadoras de cabo disponibilizem pelo menos um canal local com "notícias, meteorologia e uma programação sobre "assuntos públicos" locais". Segundo o projecto de lei esta programação deve ser original e não ser uma simples reprodução de notícias já emitidas ou de outros canais. Esta iniciativa insere-se num quadro mais global em que se encontra a verba de 2 milhões de dólares aprovada no New Jersey para financiar o "jornalismo de comunidade" e a nível dos EUA, há quem esteja a trabalhar no Congresso numa isenção total de impostos
Em Portugal o problema não é menos mas a acção por parte dos sucessivos governos continua a não existir. Sabendo disto os peticionários da https://peticaopublica.com/ pview.aspx?pi=Imprensalocal admitindo que "não somente em Portugal mas um pouco por todo o mundo os jornais locais estão em crise. No geral, nos últimos 15 anos os jornais locais perderam mais de 30% de tiragem e 35% dos seus jornalistas. Estudos académicos recentes indicam que o desaparecimento de jornais locais leva a eleitores menos informados, a maior abstenção e a políticos locais mais distanciados da população. As dificuldades da Imprensa e do jornalismo de investigação são sobejamente conhecidas e não ocorrem apenas em Portugal nem se limitam a Lisboa e decorrem, muito, da canibalização quase total do mercado publicitário por plataformas como o Google e o Facebook. Mas a questão é saber se pode existir uma democracia local de qualidade sem imprensa local. E é nossa opinião de que tal é IMPOSSÍVEL."
Propondo-se assim que "tendo em vista o esgotamento do modelo convencional de financiamento através de venda de jornais e da publicidade acreditamos que é preciso assumir que o serviço público desempenhado pelo "quarto poder" merece apoio público através de uma (ou várias) destas opções:

1. Cofinanciamento público quer sob a forma de uma dotação específica no âmbito do orçamento do Ministério da Cultura ou dos orçamentos autárquicos (a serem cedidos por júris independentes): para 2020 o Governo britânico vai lançar um projecto-piloto de 2.2 milhões de libras para apoiar o "jornalismo local de interesse público".
2. Dotação de uma parte do IRS a este fim com inscrição do NIF do jornal local que recebe esse benefício
3. Isenção total (de Segurança Social e IRC) sobre este tipo de empresas
4. Criação de mecanismos de apoio e estímulo à constituição de cooperativas (organizações não lucrativas) de jornalistas, quer através de serviços partilhados (de logísticas, recursos humanos, contabilidade e instalações) entre vários jornais geograficamente próximos
5. Criar legislação que permita que as autarquias - que o desejam - pode criar taxas locais de pequeno valor mas que garantem um financiamento regular à imprensa local (algo semelhante ao que faz Denver com uma taxa sobre o comércio local para financiar as organizações culturais desta cidade dos EUA)
6. Determinar que todos os editais autárquicos (Câmaras Municipais e Juntas de Freguesia) tenham que ser, obrigatoriamente, publicados no jornal local ou numa edição local de um jornal nacional.
7. Permitir o abatimento para efeitos de IRS de custos de assinaturas de jornais regionais: nos EUA, jornais locais de várias cidades registaram nos últimos anos crescimentos dos seus subscritores pagos de dois dígitos: uma medida fiscal deste tipo poderia promover este tipo de subscrição.
8. No IRS abrir uma rubrica para escolher dedicar uma pequena parte do IRS a organizações cooperativas de Informação Local.
9. Via CNE garantir um espaço idêntico para todas as listas que se apresentarem a eleições pago a um valor fixo a todos os jornais e à disposição de todas as forças políticas que se apresentarem a eleições e a aplicar na edição imediatamente anterior à edição.
10. Promover a criação de uma plataforma online única de partilha entre todos os jornais e manter essa estrutura fora das estruturas de custos dos jornais locais.
11. Seguir de perto a "Report for America" uma iniciativa da fundação "Ground Truth Project" que disponibiliza 300 milhões de USDs em financiamento a notícias, jornalistas e jornais que trabalham na área do jornalismo local e sugerir iniciativas idênticas a fundações em actividade em Portugal. Esta iniciativa reduz a metade o custo de empregar um jornalista o qual recebe financiamento deste fundo ao qual adere através de uma competição aberta a todos os interessados.
12. Desenvolver a lei do Mecenato Cultural por forma a incluir o apoio a Jornais Locais
13. Permitir às empresas que fazem deduções fiscais de todas as verbas que investem em publicidade nos Jornais Locais
14. Criar um prémio anual, patrocinado por empresas privadas e organizado por uma fundação, para a melhor reportagem de jornalismo local."

Uma ou várias destas alternativas de financiamento podem fazer a diferença entre termos ou não imprensa local já que a alternativa é, simplesmente, não termos esta importante componente da Democracia Local.

Rui Martins
Primeiro peticionário da "Carta Aberta: Em defesa da Imprensa Local e regional"

API, AIC e CNE esclarecem jornalistas e público em geral em Elvas


Sessões decorrem na sexta-feira, dia 13 de Setembro, (ver programa) na Biblioteca Municipal de Elvas e contam com o apoio do Município elvense.
A Associação Portuguesa de Imprensa e a Associação de Imprensa de Inspiração Cristã estão a organizar, em parceria com a Comissão Nacional de Eleições, um conjunto de acções de esclarecimento sobre a publicidade em período eleitoral e cobertura jornalística em período eleitoral para a eleição dos deputados à Assembleia da República.
Estas acções visam informar os associados sobre as regras a cumprir em período eleitoral e a esclarecer todas as suas dúvidas, abertas a quem pretender assistir, mediante inscrição (gratuita).
Nesta mesma ocasião a Associação Portuguesa de Imprensa irá apresentar o Programa Media Veritas (www.mediaveritas.pt) e promover um debate sobre iliteracia mediática e desinformação

Programa:

Local: Biblioteca Municipal de Elvas - R. dos Apóstolos 1
Data: 13 de Setembro

11 horas Cobertura jornalística em período eleitoral e publicidade institucional e comercial em Período Eleitoral
Carla Luís | Comissão Nacional de Eleições

13 horas Almoço

15 horas Apresentação do Programa Media Veritas
Debate: Iliteracia Mediática, manipulação jornalística e desinformação

João Palmeiro | Associação Portuguesa de Imprensa
Hugo Teixeira | Agência Lusa

Há seis anos a informar Campo Maior, o Campomaiornews celebrou sexto aniversário

EDITORIAL

O Campomaiornews celebrou ontem, dia 11 de Agosto, mais um aniversário, o sexto. Foi precisamente neste dia que o blog joaquimfolgadonoticias.blogspot.com se transformou no projecto Campomaiornews, com o objectivo de divulgar as notícias de Campo Maior.
A partir de então, exclusivamente online, passou novamente, a existir “informação” em Campo Maior e, aos poucos os campomaiorenses foram conhecendo, aderindo e acreditando no Campomaiornews. 
Hoje somos uma realidade incontornável, e a prová-lo estão os mais de quatro milhões de visitas que recebemos nas várias plataformas digitais onde estamos presentes.
Continuamos com a mesma equipa: um jornalista e um fotógrafo amador, que em muito - mas mesmo muito -, tem contribuído para o sucesso do Campomaiornews, o Joaquim Candeias.
O sucesso tem resultado, acima de tudo, da confiança que os campomaiorenses têm continuado a depositar em nós, e no nosso projecto. É com o desinteressado propósito de informar os campomaiorenses, estejam onde estiverem, de divulgar e promover Campo Maior, que trabalhamos. É exclusivamente na promoção de Campo Maior e das suas gentes que apostamos.
O chamado jornalismo de proximidade continua a existir, e recomenda-se. E o conceito de proximidade, hoje, é muito mais lato, não se cingindo apenas à distância, fruto da evolução da tecnologia. O jornalismo, apesar da evolução dos meios, continua a reger-se pelos mesmos princípios, e tem sido através desses princípios que o Campomaiornews se tem pautado, e vai continuar a pautar.
Com o sexto aniversário do Campomaiornews, quem está de parabéns é Campo Maior e os Campomaiorenses. Podem continuar a contar connosco.

"Campomaiornews" vai gozar período de férias


O Campomaiornews vai gozar um período de férias, a partir de hoje, até o final do mês de Julho.
Uma vez que utilizamos exclusivamente os meios eletrónicos, através da internet, naturalmente que iremos continuar a acompanhar a actualidade de Campo Maior. Não iremos é fazer a cobertura diária e assídua dessa mesma actualidade, salvo se a importância do acontecimento assim o justificar.
Esperamos voltar com a mesma energia de sempre para continuar a levar a informação sobre Campo Maior aos nossos fiéis seguidores que se encontram espalhados pelo mundo.

Literacias digitais, os desafios e perigos da internet, no Centro Educativo Alice Nabeiro



No âmbito da Semana da Leitiura, As Literacias Digitais, são o tema para o programa de amanhã, dia 14 de Março, no Centro Educativo Alice Nabeiro (CEAN).
Entre as 18H30 e as 19H30, todos os pais, familiares e comunidade em geral estão convidados a juntarem-se no CEAN para uma conversa sobre a internet e os seus perigos, que vai contar com a presença de Carlos Pinheiro. Este é um tema de extrema importância para todos nós, principalmente para as crianças, adolescentes e pais que, hoje em dia, utilizam a internet de uma forma massiva.

Centenas de alunos raianos tornam-se repórteres bilingues e publicam no sítio larayaaraia.com


Doze escolas do Alentejo, da região Centro e região espanhola da Extremadura estão a participar no projecto ‘Jornalismo Bilingue. Jovens Euroace’. O projecto visa que os alunos criem notícias no idioma do país vizinho, ou seja, alunos lusos escrevem em espanhol e alunos espanhóis escrevem em português. Os artigos são partilhados no site https://www.larayaaraia.com
Três escolas do Alentejo, outras três da região Centro e seis unidades escolares da Extremadura aderiram ao projecto que engloba cerca de 300 alunos.
Rosa Balas visitou esta semana uma dessas escolas, localizada em Cáceres. A directora-geral de Acção Exterior da Junta da Extremadura salientou o valor que os alunos recebem ao entrarem na cooperação entre Portugal e Espanha.
Julio González, gerente da empresa DigitalPress, e responsável pelo desenvolvimento deste projecto mostrou-se satisfeito com o envolvimento e dedicação por parte dos alunos, ainda que se encontrem em época de exames. Em pouco mais de um mês mais de 100 artigos foram publicados.

“A importância da informação e comunicação local” é o tema das XXIII Jornadas da Comunicação da ESECS


“A importância da informação e comunicação local” é o tema das XXIII Jornadas da Comunicação da Escola Superior de Educação e Ciência Sociais (ESECS) do Instituto Politécnico de Portalegre (IPP).
Os estudantes do curso de Jornalismo e Comunicação, responsáveis pela organização do evento, querem comprovar a importância da comunicação e informação local para quem vive em meios pequenos.
Em declarações à Rádio Portalegre Catarina Bilro, presidente das jornadas, explicou que a escolha do tema teve em conta a localização da escola, “uma cidade pequena com uma população maioritariamente envelhecida”.
As XXIII Jornadas da Comunicação da ESECS, apresentadas esta quinta-feira, vão decorrer nos dias 19, 20 e 21 de Março de 2019, no auditório daquela escola.

Já atingimos 3 milhões e oitocentas mil visualizações. Parabéns Campomaiornews!


Hoje, dia 1 de Novembro de 2018, conseguimos atingir os 3 milhões e oitocentas mil visualizações da nossa página do Campomaiornews.
Todos os que ajudam na elaboração deste projecto estão de parabéns. Principalmente aqueles que nos seguem, porque afinal é para eles que trabalhamos e são eles a razão de existir deste projecto informativo. Estamos todos de parabéns. Campo Maior está de parabéns.

Assinala-se hoje o Dia dos Jornalistas Pela Paz


O Dia dos Jornalistas Pela Paz assinala-se anualmente a 27 de Outubro.
Este é um dia de reflexão sobre o papel do jornalista e de comemoração de todos os jornalistas que com o seu trabalho contribuem para a edificação de um mundo melhor e mais justo.
O papel do jornalista consiste em relatar os factos de forma isenta, sem interesses pessoais e sem influências, sejam políticas, monetárias, ou de qualquer outra natureza. Neste dia destaca-se o sentido de responsabilidade, a ética, a independência e o profissionalismo dos jornalistas que relatam a verdade sem ceder a pressões internas e externas.
Os meios de comunicação social, por intermédio dos seus profissionais, podem, e devem ser um meio eficaz para derrubar injustiças, desconfianças, conflitos e para semear a compreensão, o respeito e a unidade. Num contexto onde a informação é seleccionada, escondida ou dada sem imparcialidade, é incentivada a desigualdade, a desordem, o conflito, o ódio e a guerra.
O actual interesse (teórico) e emergência (prática) de um jornalismo de paz tem a sua origem nos estudos de Galtung e Ruge, nos anos 60, e de MacBride, nos anos 80. Ambos mostraram as fragilidades do jornalismo convencional, dominado pela guerra.

Campomaiornews já se encontra disponível no Instagram, siga aqui as notícias de Campo Maior


No dia quem celebra 5 anos de existência, o Campomaiornews continua inovar.
Também já estamos no instagram, onde nos pode seguir diariamente. Dado que somos um projecto de informação exclusivamente digital, estamos presentes nas principis e mais conhecidas plataformas e redes sociais, tais como Facebook, Twitter, Pinterest, Youtube, Google+ e agora o Instagram
Em 2013 criámos este nosso site que hoje conta com cerca de quatro milhões acessos. Todo este caminho, que o Campomaiornews tem percorrido, ao longo dos cinco anos de existência, tem apenas um objectivo, que é o de levar aos nossos seguidores de todo o mundo a informação sobre Campo Maior e a região.

Há cinco anos a informar Campo Maior, o Campomaiornews celebra o quinto aniversário


EDITORIAL

Há cinco anos a informar Campo Maior.
O Campomaiornews celebra hoje, dia 11 de Agosto, o seu quino aniversário. Foi precisamente neste dia que o blog joaquimfolgadonoticias.blogspot.com se transformou no projecto Campomaiornews, com o objectivo de divulgar as notícias de Campo Maior.
A partir de então, exclusivamente online, passou novamente, a existir “informação” em Campo Maior e, aos poucos os campomaiorenses foram conhecendo, aderindo e acreditando no Campomaiornews. 
Hoje somos uma realidade incontornável, e a prová-lo estão os milhões de visitas que recebemos nas várias plataformas digitais onde estamos presentes.
Sim, continuamos com a mesma equipa: um jornalista e um fotógrafo amador, que em muito - mas mesmo muito -, tem contribuído para o sucesso do Campomaiornews, o Joaquim Candeias.
O sucesso do nosso trabalho resulta, acima de tudo, da confiança que os campomaiorenses têm continuado a depositar em nós, e no nosso projecto. É com o desinteressado propósito de informar os campomaiorenses, de divulgar e promover Campo Maior, que trabalhamos. Ao contrário do que alguns possam pensar, e de outros que podem não gostar de nós, é exclusivamente na promoção de Campo Maior e das suas gentes que apostamos.
O chamado jornalismo de proximidade continua a existir, e recomenda-se. E o conceito de proximidade, hoje, é muito mais lato, não se cingindo apenas à distância, fruto da evolução da tecnologia. O jornalismo, apesar da evolução dos meios, continua a reger-se pelos mesmos princípios, e tem sido através desses princípios que o Campomaiornews se tem pautado, e vai continuar a pautar.
Com o quinto aniversário do Campomaiornews, quem está de parabéns é Campo Maior e os Campomaiorenses. Podem continuar a contar connosco.

ANTIGOS JORNAIS DE CAMPO MAIOR ( II ) - O Notícias de Campo Maior


O NOTÍCIAS DE CAMPO MAIOR

João Ruivo foi a alma do jornal O Campomaiorense que, numa primeira fase de publicação, durou de 1921 a 1923.
Durante este período o jornal procurou manter-se imparcial e acima das lutas partidárias. Embora João Ruivo fosse um activo militante republicano, era seu entendimento e sua prática que o jornalismo devia usar do máximo de neutralidade e democraticidade mantendo-se equidistante em termos de opiniões político-partidárias.
A falta de recursos económicos, o peso excessivo das despesas e a fraca adesão dos leitores numa terra onde imperava o analfabetismo, ditaram a necessidade de procurar uma solução que viabilizasse a continuação do jornal.
Um outro grupo de jovens, quase todos ligados a famílias de grandes proprietários agrícolas, alguns com cursos superiores, tomaram o encargo de fazer sair o jornal, começando assim a 2ª fase da sua publicação, que iria durar de 1924 a 1927.
Este grupo agia sob a liderança do Dr. Francisco Telo da Gama personalidade que durante muito tempo marcou profundamente a vida de Campo Maior, quer  na chefia do município, quer como governador civil do distrito e mesmo como membro do governo, na função de secretário de Estado.
A partir de certa altura, a colagem do jornal a tendências políticas que pugnavam por soluções políticas de carácter autoritário, levou o antigo grupo fundador a reagir criando outro jornal, intitulado  – Notícias de Campo Maior – ficando assim a vila com dois jornais a publicarem-se simultâneamente, nos anos de 1926 a 1928.
Depois, seguiu-se a Ditadura Militar que resultou da vitória do golpe de Estado levado a efeito por militares em 28 de Maio de 1926. A acção inibidora da censura, a suspensão das liberdades democráticas e a saída de Campo Maior de João Ruivo, ditaram o encerramento do Notícias de Campo Maior a partir 1 de Junho de 1929.
O Campomaiorense que já tinha suspendido a sua publicação em 14 de Abril de 1927, voltaria a publicar-se nos anos de 1933 a 1935, então já com um total alinhamento com o Estado Novo e com a ideologia do corporativismo salazarista.

ANTIGOS JORNAIS DE CAMPO MAIOR ( I ) - O Campomaiorense.


O CAMPOMAIORENSE

O primeiro jornal que Campo Maior teve apareceu no ano de 1921, vivia Portugal um período agitado e de grande instabilidade social e política. Os governos mudavam devido a uma alucinante sucessão de golpes de estado, de revoltas e de desencontradas votações no parlamento.
Muitos, desencantados e cansados de tanta perturbação, procuravam formas alternativas de intervenção social desviando-se da turbulência dos acontecimentos políticos.
Um grupo de jovens campomaiorenses que viriam a constituir-se numa associação que significativamente adoptou o nome de Pró Terra Nostra, (Pela Nossa Terra), resolveu criar um jornal – O Campomaiorense – em torno do qual se pudessem realizar acções que promovessem o desenvolvimento de Campo Maior.
Eram jovens que podemos considerar de classe média, com algumas bases culturais, distribuídos por diversas profissões e condições sociais: funcionários públicos, comerciantes, empregados no comércio, agricultores, estudantes e alguns dedicados aos ofícios artesanais que então existiam em número significativo na vila.
O Campomaiorense foi o primeiro jornal que Campo Maior teve. Este projecto, como sucede com quase todos os empreendimentos humanos, fez-se sob a liderança de um homem que marcou profundamente a vida de Campo Maior durante os anos vinte do século passado. Chamava-se João Ruivo. Era filho de um mestre-de-obras que deixou algumas construções notáveis na vila, como o Lagar União já desaparecido e o Bairro Operário.
João Ruivo que tinha combatido como voluntário na 1ª Grande Guerra, exerceu funções importantes como funcionário da câmara municipal, onde chegou a chefiar os serviços administrativos e a ocupar por algum tempo o cargo de administrador do concelho. Autodidacta inteligente e aplicado, conseguiu adquirir uma sólida cultura. Foi correspondente de vários jornais de Lisboa, entre eles O Século e o Diário de Notícias, colaborou em vários jornais regionais como Brados do Alentejo, de Estremoz e o Montes Claros de Borba, a Democracia do Sul e o Notícias D’ Évora e, de Elvas, A Fronteira e o Linhas de Elvas.

O Dia Mundial da Rádio celebra-se hoje, dia 13 de Fevereiro


O Dia Mundial da Rádio celebra-se anualmente no dia de hoje, dia 13 de Fevereiro.
Em Campo Maior, existe a Rádio Campo Maior, que pode ser ouvida na frequência 95.9 FM, embora os seus estúdios, que funcionaram na Av. da Liberdade, se encontrem hoje em Elvas, inseridas no grupo de rádios.
Esta data foi escolhida pois foi neste dia que a United Nations Radio emitiu pela primeira vez, em 1946, um programa em simultâneo para um grupo de seis países.
A data foi declarada em 2011 pela UNESCO e o primeiro Dia Mundial da Rádio foi celebrado em 2012.
O tema para o Dia Mundial da Rádio 2017 é "A rádio é você", enaltecendo a participação pública na rádio. Pode juntar-se à celebração do dia no site oficial da data.
A rádio continua a ser o meio de comunicação social que atinge as maiores audiências, continuando a adaptar-se às novas tecnologias e a novos equipamentos, com a transmissão online via streaming, por exemplo.
É um meio bastante útil para a população, seja como ferramenta de apoio ao debate e comunicação, de promoção cultural ou em casos de emergência social. Para os profissionais de comunicação social, a rádio é uma plataforma para se divulgarem factos e histórias.
A rádio acompanhou os principais acontecimentos históricos mundiais e hoje continua a ser um meio de comunicação fundamental. Este meio de comunicação social adaptou-se à era digital e continua a ser um meio fiável para a população, que recebe a informação na hora, sendo esta uma das características mais positivas da rádio.

Jornal "A Palavra" nasceu em Campo Maior no dia 30 de Janeiro, faz hoje precisamente trinta anos


O Jornal "A Palavra" nasceu em Campo Maior há precisamente trinta anos atrás, com o lançamento do número 0 a ter lugar no dia 30 de Janeiro de 1988.
O projecto deste órgão de comunicação social local e regional, com a periodicidade mensal, nasceu por vontade de um grupo de campomaiorenses que assumiram uma linha editorial marcadamente local, empenhada na defesa dos interesses e do desenvolvimento de Campo Maior. O mensário "A Palavra" publicou-se até ao início dos anos noventa do século passado.
Como se pode ver na imagem da capa, em baixo, as manchetes da edição de lançamento foram: "Mesa Administrativa da Santa Casa da Misericórdia de Campo Maior disponível para assumir Administração do seu Hospital", "Campo Maior, Terra Madrastra em vez de Mãe?", "Cooperativa de Rádio, uma realidade em Campo Maior" e um artigo de opinião do então Arcebispo de Évora, D. Maurilio de Gouveia"
À frente do projecto surgiu Arménio Mendes Toscano, o proprietário, que ocupou o cargo de director do Jornal "A Palavra" tendo Carlos Manuel Brandão como Director Adjunto. Da redacção do Jornal faziam parte Carlos Cardoso, Coordenador, Maria do Carmo, Chefe de Redacção, Caldeira Baptista, João Vicente e Maria de Lurdes Borrega no Corpo Redactorial, Joaquim Almeida e Marcial Caldeirão no Departamento Fotográfico e Joaquim Folgado, Director Gráfico e Design.
Do grupo de colaboradores do jornal faziam parte algumas pessoas ligadas a vários sectores da sociedade local, tais como: Alexandre P. Claro, Amadeu Belchior, Amália Centeno, Ana Isabel Carvalho Pereira, António Cachola, António Carrilho, António João Gonçalves, António João Silveira, Dias Pedro, Francisco Estríbio, Francisco Galego, Francisco Guerreiro, Isabel Gama Pereira, João Carita, João Carrilho, João Nabeiro, João Rosinha, José Carlos, Lucila Corado Serra, Luis Silveirinha, Maria Amélia Silveira, Maria Helena Nabeiro, Manuel António, Manuel Toscano, Manuel Veríssimo, Padre Donaciano Marques Afonso, Pedro Murcela, Rui Vieira e Vitor Sena Mexe.
Sendo um projecto que tentou ser o mais abrangente possível, contava com vários pessoas nalgumas zonas do nosso país, que assumiram o papel de correspondentes. Em Elvas, Celestina Banana e Mauel Carvalho; Portalegre, Mário Moura e João Trindade; Cascais, Graciete Marchã e Maria João Marchã; Crato, Tiago Veríssimo; Arronches, Gil Romão; Lisboa, Ana Paula Salgado, António Seguro, José Carrilho, Manuela Soitinho e Sérgio Nisa; Mafra, Rui Oliveira; Coimbra, Manuela F. Martins; Bruxelas, João Manuel Cardoso e no Luxemburgo, Joaquim Negrita. Com Maria Paula Folgado nas Relações Públicas, Celestina Banana e João Manuel Antunes na Publicidade o jornal "A Palavra" tinha a Redacção e Administração na Rua Dr. Telo da Gama nº 25 em Campo Maior.
Depois de um interregno de quase sete décadas na publicação de jornais, "A Palavra" foi o projecto que fez resurgir a imprensa em Campo Maior. Depois deste outros foram surgindo, como o "Campomaiorense" e o "Notícias de Campo Maior" que se transformou em "Região em Notícias de Campo Maior". Todos tiveram o seu tempo e deram o seu contributo à sociedade campomaiorense. Hoje, fruto da evolução dos tempos, apenas existimos nós, o Campomaiornews, e apenas no formato digital, através da internet.

Capa do nº 0 do jornal "A Palavra" de 30 de Janeiro de 1988

As agressões contra jornalistas deverão passar a ser consideradas crime público


As agressões contra jornalistas deverão passar a ser consideradas crime público. A lei ainda não foi aprovada mas todas as bancadas no Parlamento não se opuseram às alterações.
O Bloco de Esquerda e o Partido Socialistas apresentaram projectos que prevêem também a inclusão dos jornalistas nas profissões de protecção acrescida, previstas no Código Penal.
Este agravamento da moldura penal foi pedido em Abril pelo conselho de redacção da RTP aos partidos com assento parlamentar depois de uma equipa da televisão pública ter sido agredida numa escola aonde tinha ido fazer reportagem sobre uma reunião entre familiares de crianças envolvidas numa agressão de âmbito sexual.