Menus Paginas

Mostrar mensagens com a etiqueta Agricultura. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Agricultura. Mostrar todas as mensagens

Volume de armazenamento da albufeira do Caia já se encontra abaixo dos 35 por cento mas o uso da água ainda não foi restringido


O volume de armazenamento da albufeira do Caia, distrito de Portalegre, já está abaixo dos 35 por cento, mas ma Associação de Beneficiários do Caia ainda não decidiu restringir o uso da água, sobretudo para a rega.
Em declarações à Rádio Portalegre, Aristides Chinita, gestor da Associação de Beneficiários do Caia, disse que a situação “não é positiva, mas não é tão má como a que se registava no ano passado por esta altura do ano”.
Contudo, admitiu a possibilidade de restringirem o uso da água para todas as culturas instaladas no perímetro de regra, se não entrarem mais recursos hídricos na albufeira, até ao início do verão.
Questionado se o abastecimento água às populações servidas pela albufeira, Aristides Chinita, indicou que as reservas hídricas são suficientes para três anos, embora a qualidade da água possa “diminuir um pouco.
O mesmo responsável revelou que o volume armazenado atualmente é na ordem dos 65 milhões de metros cúbicos de água, o que corresponde a 34,6 por cento da capacidade total, que é de cerca de 190 milhões de metros cúbicos.
A albufeira do Caia serve as populações do concelhos de Elvas, Campo Maior, Arronches e Monforte, no Alto Alentejo.

Vinhos da Adega Mayor conquistam mais duas Medalhas de Ouro no Berlin Wine Trophy


A Adega Mayor volta a brilhar no certame internacional ao conquistar mais duas Medalhas de Ouro num dos mais importantes concursos de vinhos do mundo – o Berlin Wine Trophy.
Uma conquista para Portugal e para o Alentejo e que reflecte o equilíbrio dos vinhos Adega Mayor Reserva do Comendador 2015 e Adega Mayor Touriga Nacional 2016, que estiveram em destaque nesta conceituada competição que decorreu na Alemanha (Berlim) e que segue as regras estritas da OIV (Organização Internacional da Vinha e do Vinho).
Avaliados por um painel internacional de provadores, estes vinhos produzidos na planície Alentejana de Campo Maior juntam-se à vasta lista de distinções nacionais e internacionais da marca, que já conta com mais de 300 galardões.
“Esta conquista deixa-nos orgulhosos, e comprova a consistência da qualidade da Adega Mayor refletindo o trabalho que temos vindo a desenvolver. Queremos criar vinhos que façam parte da memória de quem os bebe e expressar ao máximo a nossa identidade, nomeadamente o norte Alentejano, Campo Maior e é sempre bom quando somos reconhecidos pelos júris mais exigentes”, sublinha Rita Nabeiro, Diretora-geral da Adega Mayor.
Poderá encontrar este e outros vinhos da Adega Mayor na loja online - http://loja.adegamayor.pt - nas lojas da especialidade e nas lojas Delta Q.

Plantadas 300 árvores na Estação de Tratamento de Águas Residuais de Campo Maior


O Município de Campo Maior associou-se à EPAL, às Águas do Vale do Tejo e à Quercus numa acção que esta tarde plantou 300 árvores na Estação de Tratamento de Águas Residuais de Campo Maior, e para a qual foi convidados o Presidente do Município, Ricardo Pinheiro, e os Vereadores João Muacho e Luís Rosinha.
As árvores, alecrim e azinheiras, foram plantadas por um conjunto de crianças do Centro Educativo Alice Nabeiro, em representação do "Coração Delta", associação que também é parceira neste projecto.
Esta acção decorreu no âmbito do "Protocolo de Cooperação Estratégica para Aumento do Valor Ambiental da Empresa e Promoção da Sensibilização Ambiental", entre a EPAL e a Quercus.
Na ocasião estiveram ainda presentes, para além ds técnicos da EPAL e da Quercus, o Tenente-Coronel Belchior, em representação do Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente da Guarda Nacional Republicana, Anselmina Caldeirão, em representação da Junta de Freguesia de Nossa Senhora da Expectação e Paulo Carrilho, em representação do GEDA.

Agricultores do distrito preocupados, esperam que Janeiro traga alguma chuva


Os agricultores do distrito de Portalegre estão preocupados e rezam para que a chuva caía nos próximos dias. Em declarações a esta estação emissora, a presidente da Associação de Agricultores do Distrito de Portalegre (AADP), Fermelinda Carvalho disse que “espera que Janeiro traga chuva”, alertando que a falta de água pode ter repercussões “mais à frente”.
Segundo o Instituto Português do mar e da Atmosfera (IPMA), Portugal Continental estava no final de Dezembro em seca meteorológica fraca a sul do Tejo devido aos valores de precipitação registados naquele mês, classificado como quente e muito seco.
A dirigente, afirma que “a situação ainda não é alarmante” mas, lembrou que os agricultores, que já têm as culturas de outono/inverno semeadas, com a falta de chuva poderão ser afectados.
A chuva que caiu em Dezembro correspondeu a cerca de 37% do valor normal e os valores da quantidade de precipitação inferiores aos agora registados ocorreram em cerca de 20% dos anos desde 1931.
O IPMA indica ainda que nos últimos oito anos o valor de precipitação mensal em Dezembro foi sempre inferior ao normal.

Patrulhas a cavalo reforçam policiamento da operação "Campo Seguro" em Portalegre

O Comando Territorial de Portalegre, com o apoio da Unidade de Segurança e Honras de Estado, reforçou o policiamento no âmbito da Operação “Campo Seguro”, com o lançamento de patrulhas a cavalo, no distrito de Portalegre.
Este reforço de patrulhas a cavalo em áreas florestais e explorações agrícolas contribui para a prevenção de ocorrência de crimes, nomeadamente de furtos de metais não preciosos, equipamentos agrícolas e o furto dos próprios cultivos. Complementarmente, foram realizadas acções de sensibilização direccionadas aos proprietários de olivais e de lagares, com o intuito de evitar possíveis furtos de azeitona.
As ações desenvolvidas no âmbito desta operação contribuem para melhorar o sentimento de segurança da população, sendo que as mesmas se irão prolongar até ao dia 31 de Janeiro de 2019.

Em 2019 Campo Maior irá produzir canábis num projecto que ronda cerca de 16 milhões de euros


Uma plantação de canábis medicinal vai surgir no concelho de Campo Maior, num projecto da multinacional canadiense/israelita Sababa.
Em declarações à Campanário, Ricardo Pinheiro, presidente da Câmara Municipal de Campo Maior, explica que a plantação resulta de um investimento de 16 milhões de euros e prevê a criação de cerca de 18 postos de trabalho.
A multinacional procurava terrenos na região mediterrânica, tendo o concelho de Campo Maior passado nos testes de qualidade de água e de terra, para esta cultura que requer “muito sol e de uma qualidade e terra absolutamente extraordinária”.

“É a nova era da agricultura nesta região”

Objectivando-se que a produção esteja a funcionar em pleno em 2019, a criação de mão de obra prevista numa fase inicial é de cerca de “18 postos de trabalho”, já se encontrando 2 pessoas de Elvas e Campo Maior a trabalhar no âmbito da engenharia.

“O objectivo seria que no verão de 2019 conseguíssemos estar já a produzir canábis no concelho de Campo Maior e a poder fazer essa extracção”

O projecto teve início “há 9 meses”, sendo que a empresa já apresentou o projecto para reaproveitamento da estufa existente nos terrenos onde operou a empresa Frutas Guadalupe, e construção de mais 3 hectares de estufas, num total de 4 hectares afectos ao projecto.
Também junto do Infarmed (Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde, I.P.) se encontra o pedido de licença “poder iniciar o cultivo do canábis medicinal”.
Realçando o carácter medicinal desta plantação, aponta que estudos realizados em Israel demonstraram que os efeitos terapêuticos das substâncias canabinoides sobre a forma de óleo “são de extraordinária importância" no tratamento de "doenças como autismo, epilepsia, como a alzheimer, grande parte do tratamento de diversos tipos de cancro”.
O arranque desta nova cultura no concelho de Campo Maior traz “a possibilidade de olharmos para processos agrícolas que normalmente são tradicionais, mas vão recebendo as inovações, de uma forma completamente diferente”, assim como “posicionar Campo Maior num registo completamente diferente do que aquele que temos trazido aqui, não do ponto vista industrial, mas do ponto de vista agrícola”, conclui.







wef


FEWfe

GNR inicia segunda fase da operação "Campo Seguro" intensificando o patrulhamento em áreas florestais e explorações agrícolas


A Guarda Nacional Republicana, entre o dia 29 de Outubro e 31 de Janeiro de 2019, em todo o território nacional, realiza a segunda fase da operação “Campo Seguro”, intensificando o patrulhamento em áreas florestais e explorações agrícolas.
O objectivo desta operação passa por prevenir a criminalidade em geral e os furtos de azeitona, castanha e metais não preciosos em particular, prestando especial atenção a possíveis situações de tráfico de seres humanos.
Durante este período estão empenhados militares dos comandos territoriais, do Serviço de Protecção da Natureza e Ambiente, da Unidade de Acção Fiscal e da Investigação Criminal, que, durante o patrulhamento, realizam acções de sensibilização junto das comunidades rurais, especialmente dos agricultores, sobre medidas de prevenção e protecção contra furtos, e de prevenção de acidentes que envolvem veículos e máquinas agrícolas, alertando-os para as regras de segurança inerentes à condução e utilização de tais veículos.

Políticos do norte alentejano 'levaram' Barragem do Pisão ao Ministério do Ambiente


A Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo (CIMAA), através de oito autarcas do Alto Alentejo e deputados eleitos pelo distrito de Portalegre, reuniu-se, esta semana, no Ministério do Ambiente, em Lisboa, na sequência das diligências que têm vindo a ser realizadas para a concretização do empreendimento hidráulico de fins múltiplos do Crato, a Barragem do Pisão.
Nesta iniciativa esteve presente o presidente da CIMAA, Ricardo Pinheiro, assim como os autarcas dos municípios de Alter do Chão, Francisco Reis; Avis, Nuno Silva; Castelo de Vide, António Pita; Crato, Joaquim Diogo; Fronteira, Rogério Silva; Portalegre, Adelaide Teixeira; Sousel, Manuel Valério. O primeiro secretário da CIMAA, Carlos Nogueiro e, ainda, os deputados eleitos pelo distrito de Portalegre, Luís Testa (PS) e Cristóvão Crespo (PSD), também marcaram presença nesta reunião com o Ministro do Ambiente, João Matos Fernandes; o Ministro da Agricultura, Capoulas Santos e o secretário de Estado do Ambiente, Carlos Martins.
De acordo com a CIMAA, a reunião decorreu "num clima de grande abertura e diálogo, a partir de uma apresentação feita pelos autarcas, com os dados estatísticos da situação demográfica e do desenvolvimento económico da região no contexto do Alentejo e do país, que destacaram a necessidade e importância do empreendimento num contexto de alterações climáticas, como reserva estratégica de água para abastecimento público, regadio, produção energética com mini-hídrica, turismo, investigação e ensino".
Foi referida "a falta de investimento do Estado na região, que se verifica desde há muitos anos, insistindo os autarcas e os deputados que é indispensável dotar o território das condições de competitividade que permitam o investimento privado e a criação de emprego capaz de estancar o êxodo dos jovens, o despovoamento e a desertificação, e fomentar o desenvolvimento e a sustentabilidade do Alto Alentejo. Foi feito sentir aos governantes presentes a união e convergência de todas as forças políticas, associações empresariais e sociedade civil em geral, em torno deste projecto considerado simbólico, estruturante e prioritário para o desenvolvimento da região", sublinhou a fonte.
Como conclusão, e motivo de esperança para o futuro do território, como foi salientado pelos autarcas, o Ministro do Ambiente assumiu o compromisso de promover junto do Ministro Adjunto e da Economia, Álvaro Siza Vieira, com a tutela da Valorização do Interior, uma reunião com os presentes tendo como objectivo a procura de soluções e fontes de financiamento que permitam concretizar o empreendimento.

Nemátodo da madeira do Pinheiro obriga ao corte de Coníferas ("Pinheiros e outras resinosas")


A ocorrência em Portugal do Nemátodo do Pinheiro obriga à execução de medidas de protecção fitossanitária para controlo da dispersão da doença.
As medidas de protecção fitossanitária contra a propagação do nemátodo da madeira do pinheiro (NMP) encontram-se estabelecidas no Decreto-Lei n.º 95/2011, de 8 de Agosto, na sua redacção atual, e na Decisão de Execução n.º 2012/535/UE, da Comissão de 26 de Setembro e conferem obrigações especiais a pôr em prática na Zona Tampão (ZT) - área do Continente com uma largura não inferior a 20 quilómetros, adjacente à fronteira terrestre com Espanha.
Os riscos fitossanitários associados aos locais de intervenção (LI) confinantes com a ZT, implicam idêntica aplicação das medidas de protecção fitossanitária.


Consulte e descarregue aqui o Edital (edital-nmp-1-2018-portalegre)

Alentejo recebe empresários de Espanha, Canadá, Polónia, Brasil, México e França interessados em produtos locais


Dos azeitas aos vinhos, dos queijos às carnes, passando por produtos alimentares e agroalimentares, até aos frutos do mar e produtos biológicos, como o centeio, trigo, cevada, aveia, sal e sementes. Os núcleos empresariais de Portalegre, Évora e Beja, vão receber, nos próximos dias 23, 24 e 25 de Outubro, respectivamente, um conjunto de prospectores empresariais de diversos países como Espanha, Canadá, Polónia, Brasil, México e França, interessados nos produtos Alentejanos.
Esta será uma iniciativa no âmbito do projecto “Alentejo Export”, um programa desenvolvido pelas Associações Empresariais de Évora, Beja, Portalegre e ACOS - Associação de Agricultores do Sul, que pretende potenciar o sucesso da internacionalização das micro, pequenas e médias empresas de todo o Alentejo, bem como dos bens e serviços dinamizados na região, através do apoio na prospecção, conhecimento e acesso aos mercados internacionais. Tudo sem custos para as empresas.
As inscrições continuam em aberto e podem ser efectuadas para cada um dos dias, ou todos, e os empresários alentejanos podem ainda definir, atempadamente, com quais investidores estão interessados em reunir.

A Barragem do Caia encontra-se pouco acima dos 30 por cento da capacidade de água armazenada


A Barragem do Caia, no Alto Alentejo, encontra-se pouco acima dos 30 por cento da capacidade de água armazenada, estando em situação de perda desde Abril, altura que rondava os 50 por cento.
A albufeira do Caia estava a 32,1 por cento da capacidade máxima no último dia de Setembro, o que se traduz em pouco mais de 65 milhões de metros cúbicos de água armazenada.
Nos últimos cinco meses, período em que se registam temperaturas mais quentes, a Barragem do Caia perdeu cerca de 20% da água armazenada, a qual é utilizada num perímetro de rega que abrange mais de sete mil hectares de terrenos nos concelhos de Elvas, Campo Maior e Arronches e Monforte.

Dia Internacional do Café, assinala-se amanhã, dia 1 de Outubro, por decisão da OIC desde 2015


Desde o ano de 2015 que o Dia Internacional do Café se assinala no dia 1 de Outubro. 
Até então, assinalava-se no dia 14 de Abril, o Dia Internacional do Café, um dos produtos mais consumidos em todo o mundo.
A data ficou enraizada no mundo ao longo dos anos, contudo, em 2015, a Organização Internacional do Café e os seus 74 Estados membros e 26 associações cafeteiras decidiram celebrar o primeiro Dia Internacional do Café oficial a 1 de Outubro de 2015.
A vila de Campo Maior, conhecida pela excelência dos seus cafés, através das várias marcas internacionalmente conhecidas, celebra sempre este dia com um especial ênfase.
Recorde-se que Campo Maior é o maior centro de torrefacção de Café da península Ibérica, e um dos maiores da Europa. Em Portugal consomem-se cerca de 44 mil toneladas deste produto por ano, a maior parte das quais produzidas/transformadas em Campo Maior.
Centro de Ciência do Café

Para além desse facto, é na vila Alentejana de Campo Maior que existe, há pouco mais de dois anos, o Centro de Ciência do Café, que pertence ao Grupo Nabeiro, onde podem ser conhecidas e apreciadas todas as histórias, fases e processos pelos quais passa o café, desde a sua plantação até ao consumo.
Este espaço, situado na herdade das Argamassas, em Campo Maior, pode ser visitado pelo público em geral. Conheça mais pormenores do site do CCC em http://centrocienciacafe.com/

A "bica" e o consumo de café

Expresso, cheio ou curto, carioca ou "sem princípio"; são raros os portugueses que não incluem o café no seu dia a dia. Chega aos 80% a percentagem de portugueses que consome café diariamente. Mesmo assim, somos dos países europeus mais contidos neste consumo, rondando os 4,7 kg por pessoa/ano, o que significa 2,2 chávenas por dia. Portanto, abaixo da média europeia de 6 kg por pessoa/ano e muito distanciado da Finlândia e da Holanda, onde estes números já ascendem aos cerca de 13 kg de café por pessoa/ano.
Uma bica ou um cimbalino: em Lisboa ou no Porto o nome muda, mas o hábito é o mesmo por tradição.

Organização Internacional do Café

A uma escala mundial, a par do petróleo e cereais, o café é uma das matérias-primas mais comercializadas.
Depois da água, segue-se o café como a bebida mais ingerida em todo o mundo. No contexto de uma importância fundamental na sociedade e economia actuais, a Organização Internacional do Café (OIC), já com 74 países membros, e 26 Associações Cafeteiras, foi criada com o apoio da Organização das Nações Unidas. Servindo a comunidade cafeeira internacional, assegura, acima de tudo, a qualidade dos grãos nos países produtores, o incentivo à expansão sustentável e ao comércio internacional, bem como o acesso a informações relevantes no âmbito da produção e negócio.
Quer em propostas clássicas ou de gourmet, quer em máquinas de elite ou nas simples cafeteiras de saco, espécie arábica ou robusta… Facto irrecusável é que, na pastelaria ou em casa, o café está, cada vez mais, próximo do consumidor, numa ampla variedade de escolha.

Estatísticas do comércio - Julho 2018

- As exportações mundiais de café totalizaram 10,11 milhões de sacas em Julho de 2018, ante 9,66 milhões em Julho de 2017.
- Nos 10 primeiros meses do ano cafeeiro de 2017/18 (Outubro 2017 a Julho 2018) elas aumentaram 0,9% % em relação às exportações do mesmo período do ano cafeeiro passado, totalizando 101,2 milhões de sacas, ante 100,34 milhões.
- No período de 12 meses que acabou em Julho de 2018, as exportações de Arábica totalizaram 75,63 milhões de sacas, ante 76,66 milhões, e as de Robusta passaram para 44,76 milhões de 44,27 milhões de sacas.

Um pouco de História

foto: cafebarao.com
O uso da bebida teve origem em Kaffa, na Abissínia, hoje Etiópia, quando um pastor chamado Kaldi observou que as suas cabras ficavam mais espertas e saltitantes ao comer as folhas e os frutos do cafeeiro.
Ele experimentou os frutos e se sentiu mais alegre e com maior vivacidade. Um monge da região, informado sobre o facto, começou a utilizar a infusão de frutos para resistir ao sono enquanto orava.
O homem levou o grão para o mosteiro mais próximo e os monges consideraram a planta “coisa do demónio”, então Kaldi decidiu pôr fogo no arbusto.
O aroma exalado pelos frutos torrados nas chamas atraiu todos os monges para descobrir o que estava a causar aquele maravilhoso perfume, e os grãos de café foram retirados das cinzas.
Acto contínuo, os monges mudaram de ideia e sugeriram que os grãos fossem esmagados na água para ver que tipo de bebida daria, e logo descobriram que a bebida os mantinha acordados durante as rezas e períodos de meditação.
A notícia do grão "milagroso" foi passando de mosteiro a mosteiro e assim o café ficou conhecido no mundo.
O café foi torrado pela primeira vez na Pérsia. Hoje o Brasil é o maior produtor mundial do café, seguido do Vietname e da Colômbia.
O grão que faz parte do quotidiano de muitas pessoas é tão importante que ganhou um dia a si dedicado e denominado "Dia Internacional do Café".
Hoje, o seu uso se estendeu a todo mundo. É usado em bebidas quentes, frias, doces e salgados. O café é utilizado na gastronomia mundial e é visto por muitos não apenas como uma bebida.

Campo Maior integra candidatura do vinho da talha a Património da Humanidade pela UNESCO


O Município de Campo Maior, juntamente com mais 19 municípios e sete entidades, integra o projecto de candidatura a Património da Humanidade da produção artesanal de vinho de talha, prática milenar de vinificação típica do Alentejo.

Actualmente, "há 20 municípios e sete entidades envolvidas" no projecto de candidatura da produção artesanal de vinho de talha à classificação de Património Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO" (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura), afirmou Rui Raposo, presidente da Câmara de Vidigueira, que lidera o processo.
Segundo o autarca, a autarquia já assinou um protocolo de cooperação com outros 19 municípios alentejanos e sete entidades interessados em participar no projecto, que visa "salvaguardar" a produção artesanal de vinho de talha.
Os subscritores do protocolo vão começar a trabalhar para, numa primeira fase, se elaborar e apresentar a proposta de inscrição da produção artesanal de vinho de talha no Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial e, numa segunda fase, se elaborar e apresentar a candidatura a Património da Humanidade junto da UNESCO, num processo que deverá durar "dois a três anos", disse.
Na primeira fase, será feito um mapa das zonas onde há produção artesanal de vinho de talha e um trabalho de investigação sobre a prática de vinificação.
Os municípios envolvidos vão definir medidas que irão constar no plano de salvaguarda da produção artesanal de vinho de talha a incluir no processo de candidatura a Património da Humanidade.
Além de Campo Maior, a candidatura envolve os municípios de Aljustrel, Almodôvar, Alvito, Beja, Cuba, Ferreira do Alentejo, Moura, Serpa e Vidigueira, no distrito de Beja; Borba, Estremoz, Évora, Mora, Mourão, Reguengos de Monsaraz e Viana do Alentejo, no distrito de Évora; e Arronches, Campo Maior, Elvas e Marvão, no distrito de Portalegre.
O Centro de Formação Profissional para o Artesanato e Património, a Comissão Vitivinícola Regional do Alentejo (CVRA), a Direcção-Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural, a Direcção Regional de Agricultura e Pescas do Alentejo, a Direcção Regional de Cultura do Alentejo, a Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo e a Vitifrades - Associação de Desenvolvimento Local são as entidades envolvidas.
Segundo a CVRA, em Portugal, "o Alentejo tem sido o grande guardião" do vinho de talha e tem "sabido preservar" a prática de vinificação criada pelos romanos, com mais de 2.000 anos.
"Seguindo os processos mais clássicos ou adoptando alguma modernização, o vinho de talha mantém-se como um produto único, sublime representante da milenar cultura do vinho no Alentejo", frisa a CVRA.
Ao longo dos tempos, a técnica de produzir vinho em grandes vasilhas de barro, conhecidas como talhas, foi passada de geração em geração, "de forma quase imutável".
Não há apenas uma forma de fazer vinho em talhas, já que a produção varia ligeiramente consoante a tradição local, mas, segundo a forma mais clássica, que "pouco mudou em mais de 2.000 anos", as uvas esmagadas são colocadas dentro de talhas e a fermentação ocorre espontaneamente, explica a CVRA.

Vinhos alentejanos conquistaram mais de 30 medalhas em concurso na Alemanha


Os vinhos alentejanos conquistaram 38 medalhas, 16 das quais de ouro, no 23ª Mundis Vini Summer Tasting (2018), num total de 154 medalhas atribuídas a Portugal.
Entre os produtores portugueses reconhecidos neste prestigiante concurso de vinhos alemão, encontram-se produtores de Redondo, Borba, Arraiolos, Estremoz e Montemor-o-Novo.
Segundo informações do ‘Meininger’, a Herdade do Freixo II (Redondo) conquistou 2 medalhas de ouro e 2 medalhas de prata, assim como a Adega Cooperativa de Redondo.
A Casa Relvas de Redondo conquistou 6 medalhas de ouro e 3 de prata, enquanto a Adega de Borba venceu 3 medalhas de ouro.
O Monte da Ravasqueira - Arraiolos, conquistou 2 medalhas de ouro e 4 medalhas de prata, e a Quinta da Plansel - Montemor-O-Novo foi distinguida com 1 medalha de ouro 2 de prata.
Reconhecidos com 1 medalha de prata foram ainda vinhos de Torre de Palma - Monforte; Amareleza Vinhos - Amareleja; Cooperativa Agrícola da Granja; BCH - Comercio de Vinhos – Évora; Sociedade Agrícola Herdade Dos Lagos - Mértola; Altas Quintas – Portalegre.
Três vinhos do produtor estremocense J. Portugal Ramos venceram 3 pratas.
O concurso reuniu 4.311 vinhos de todo o mundo, provados e classificados por um júri de 175 especialistas de 40 países.

Plantação de canábis para fins medicinais vai nascer no concelho de Campo Maior


Uma plantação de canábis para fins medicinais vai nascer no concelho de Campo Maior. O projecto é de uma “joint venture” canadiana/israelita.
Em declarações à Rádio Portalegre o presidente da Câmara de Campo Maior, Ricardo Pinheiro, indicou que a plantação vai ser instalada num terreno com cerca de 10 hectares.
O autarca adiantou que a empresa responsável pelo projecto está a fazer o levantamento topográfico e a desenvolver o processo de candidatura a apresentar junto do Infarmed.
Ricardo Pinheiro mostrou-se “entusiasmado” com o projecto que prevê não só a plantação como a criação de um centro de extracção de canábis.
A plantação de canábis para uso medicinal, em Portugal, foi aprovada na Assembleia da República a 15 de Junho de 2018.

Adega Mayor convida a Vindimar na planície alentejana de Campo Maior


Não há duas vindimas iguais. Apenas o sentimento e a tradição que se vive nesta época, por quem trabalha a uva, se mantém inalterável. Já em contagem decrescente para a época das Vindimas, a Adega Mayor convida a viver uma experiência de enoturismo na planície alentejana de Campo Maior. O programa “Vindima Mayor 2018” é a nova oferta que pretende dar a oportunidade a todos os visitantes de conhecer as tradições e segredos da Vindima alentejana, bem como todo o processo de transformação e produção de vinho, desde o momento da apanha da uva. 
De 1a 30 de Setembro, a Adega Mayor convida a desfrutar de um programa imperdível em família e a Sul de Portugal, revelando como desenha os seus vinhos. 
O programa “Vindima Mayor 2018” inicia com um passeio pelas vinhas, dando a conhecer todo o ciclo de cultivo das castas que são utilizadas, incluindo ainda a experiência da vindima manual. Segue-se uma visita guiada à Adega Mayor, passando pelas zonas de vinificação e sala de barricas, onde será possível fazer uma prova do mosto e de quatro vinhos. 
A visita continua com a passagem pelo Espelho de Água, onde se avista a planície alentejana com a Serra de São Mamede em pano de fundo. O programa culmina com um workshop vínico, onde serão desvendados os sabores e saberes do Alentejo.
Terminada a visita, é tempo de retemperar energias com um almoço cuidadosamente preparado para combinar na perfeição com uma selecção de vinhos Adega Mayor. 
Este é um convite a descobrir o que o Alentejo tem de Mayor e a abrir os sentidos à imaginação, aos instantes, à melodia, às palavras e aos detalhes, numa experiência enoturística imperdível. 
Para mais informações e reservas contacte através de: enoturismo@adegamayor.pt ou Tel. 268 699 440.

Incêndio que deflagrou esta tarde em Campo Maior, já se encontra em fase de rescaldo


Já se encontra em fase de rescaldo o incêndio rural que deflagrou esta tarde na zona da Herdade de Castros, junto a Ouguela, em Campo Maior, perto da fronteira com Espanha.
O incêndio, cujo alerta foi dado pelas 15H25, de acordo com o CDOS Portalegre, chegou a atinfir alguma proporção, uma vez que no Local estiveram em trabalhos cerca de 100 Bombeiros, auxiliados por 30 Veículos, e uma equipa do GIPS da GNR, e 5  meios aéreos, sendo 2 alfa aviões, 2 helicopteros ligeiros e 1 helicoptero pesado. As corporações envolvidas foram as de Campo Maior, Elvas, Arronches, Monforte, Alter do Chão, Castelo de Vide, Ponte de Sôr, Crato, Avis e Marvão
De acordo com a mesma fonte, o incêndio estará neste momento concluído e em fase de rescaldo.Segundo informações do Comando Distrital de operações e Socorro (CDOS) de Portalegre, as chamas consumiram pasto, restolho e seara. Fonte: RádioPortalegre

Cinco meios aéreos e cerca de uma centena de Bombeiros combatem incêndio em Campo Maior


Deflagrou esta tarde um incêndio rural na zona da Herdade de Castros, junto a Ouguela, em Campo Maior, perto da fronteira com Espanha.
O incêndio, cujo alerta foi dado pelas 15H25, de acordo com o CDOS Portalegre, já terá atingido proporções consideráveis, uma vez que No Local estão já em trabalhos cerca de 100 Bombeiros, auxiliados por 30 Veículos, e uma equipa do GIPS da GNR, e 5  meios aéreos, sendo 2 alfa aviões, 2 helicopteros ligeiros e 1 helicoptero pesado. As corporações envolvidas são de Campo Maior, Elvas, Arronches, Monforte, Alter do Chão, Castelo de Vide, Ponte de Sôr, Crato, Avis e Marvão
De acordo com a mesma fonte, o incêndio estará neste momento em fase de conclusão.
Actualizaremos as informações assim que possível. Entretanto, os Bombeiros de Campo Maior solicitam à população que não ocupe as linhas telefónicas em busca de informação que será dada , sempre que possível, através da sua págia nas redes sociais e através os orgãos de informação.

Aprovado investimento para o regadio do Xévora, Barragem do Abrilongo em Campo Maior


O Ministro da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural, Luís Capoulas Santos, aprovou um investimento total de mais 71 milhões de euros no âmbito do Programa Nacional de Regadios, que vai beneficiar 7 empreendimentos de regadio, entre os quais os de Campo Maior, Montemor-o-Novo e Portel.
Segundo fonte do Ministério da Agricultura, o regadio do Xévora, concelho de Campo Maior, Barragem de Abrilongo, vai beneficiar uma área de 1 848 hectares; a ampliação do regadio dos Minutos, barragem com o mesmo nome, no concelho de Montemor-o-Novo, vai beneficiar uma área de 472 hectares, sendo que o investimento na estação Elevatória dos Álamos, em Portel, uma vez que se inclui na Barragem do Alqueva, beneficiará toda a área por este abrangia. Este último permitirá duplicar a capacidade de bombagem instalada da estação.
Contactado o Gabinete do Ministro da Agricultura, das Florestas e do Desenvolvimento Rural, não foi possível conhecer que parte do valor aprovado corresponde aos investimentos para a região Alentejo.
O regadio surge como uma aposta na valorização do território, “contribuindo ao mesmo tempo para o autoaprovisionamento do país e para a redução das importações”, aponta o Ministro da Agricultura, em comunicado.
O Programa Nacional de Regadios prevê, até 2022, um investimento global de 534 milhões de euros, que se traduzirão em mais 95 mil hectares de regadio e na criação de mais de 10 mil novos postos de trabalho permanentes.
Para além dos suprarreferidos, os regadios aprovados foram:
- Vilar Chão e Parada, na Barragem Camba e Gebelim, concelho de Alfândega da Fé;
- Várzea de Odeleite, na Barragem de Odeleite, no concelho de Castro Marim;
- Vale Madeiro, na barragem com o mesmo nome, no concelho de Mirandela;
- Freixiel, na Barragem de Olgas, no concelho de Vila Flor.

"Fruits of Life, Lda" aposta em Campo Maior para construir fábrica de processamento de nozes


O Município de Campo Maior recebeu esta manhã o sócio gerente da “Fruits of Life”, Murat Badem, que apresentou a sua empresa bem como o projeto a executar no nosso concelho.
Ricardo Pinheiro recebeu o empresário turco no Salão Nobre dos Paços do Concelho, juntamente com todo o Executivo Municipal, e destacou a importância que esta parceria pode vir a ter para o concelho e para a população de Campo Maior.
A empresa, com sede em Lisboa, foi criada em 2014 com o intuito de cultivar, processar e comercializar frutos secos e, nesse mesmo ano, adquiriu a Herdade de Sanguinos em Campo Maior.
Murat Badem deixou também uma palavra de apreço ao Município e ao seu presidente pelo apoio prestado nesta fase do processo, sempre fundamental para a fixação e desenvolvimento de novas empresas.
Presente nesta cerimónia estiveram ainda o Embaixador da Turquia em Portugal, Mehmet Hasan Gögüs, o Engenheiro José Gama Pinheiro, representante da Direção Regional de Agricultura do Alentejo, a Diretora do IEFP, Sandra Cardoso, e João Manuel Nabeiro, em representação do Grupo Nabeiro.
Seguiu-se uma visita à Herdade de Sanguinos, onde Murat Badem teve a oportunidade de mostrar o trabalho desenvolvido por esta empresa no nosso concelho.
Atualmente a empresa planeia construir uma fábrica de processamento de nozes em Campo Maior, num investimento de 650.000€, infraestrutura que será capaz de processar 1.000 toneladas de noz por temporada. No entanto, o investimento total no nosso território ultrapassa já os 3 milhões de euros.
A Fruits of Life é atualmente o principal fornecedor de nogueiras jovens de alta qualidade na Europa e líder de mercado em Portugal, Espanha e Itália, sob a marca comercial "Fruits of Life, Campo Maior, Portugal".